domingo, 31 de maio de 2009

Salvando o Amor

Estamos sempre tão desejosos de receber amor, de dar certo em nossos relacionamentos que quase sempre deixamos de observar nossa conduta. Parece que quanto mais focamos nossa atenção num ponto importante em nossas vidas, perdemos a faculdade de abstrair, de ver outros lados da questão. Olhamos tanto para uma questão que não relaxamos, não deixamos as coisas fluírem, temos pressa...

Por que buscar de forma tão descontrolada a felicidade nas relações como se a convivência com um ser amado fosse o fim e não um caminho a ser percorrido a dois?

Grande parte das pessoas quer o resultado final e não a oportunidade de ir aprofundando-se a cada dia em si mesmo de forma mais feliz. Querem o amor que o mundo pode conferir através do parceiro escolhido, no entanto, esquecem de dar a si mesmos amor, paciência, compreensão.

Aceitar a derrota em algumas situações é fundamental para encontrar a paz de espírito e o amor pessoal. Nem tudo depende de nós. Numa relação a dois a felicidade depende dos dois, da boa vontade do casal. Uma pessoa só não faz a relação dar certo. Claro que precisamos entender o outro, respeitar o momento do outro, dar apoio quando necessário, no entanto, não podemos o tempo todo passar por cima daquilo que acreditamos. Nossa personalidade deve se moldar ao encontro amoroso, mas não deve desaparecer.

Devemos nos lembrar que sem nos amar profundamente, sem nos respeitar, nunca seremos respeitados e amados por aqueles que estão no nosso caminho.

Maria Silvia Orlovas (Somostodosum)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O AMOR SUPERA A MORTE

Um “presente de Amor” às Mães que crêem que perderam seus filhos para a Morte. Primeiro, que a morte não existe, é uma ilusão da materialidade. O corpo fica, mas o espírito continua vivendo no plano astral. Já está em tempo de a humanidade deixar de temer a morte e compreender que ela é uma parte essencial do processo criativo. Devem liberar muitos dos seus antigos tabus e idéias "fixas" acerca da morte e da vida futura, e chegar à conclusão de que a vida que estão experienciando agora é apenas um "momento" no tempo universal. Em cada ser humano contém a "Essência", a Energia de Amor/Luz da Criação, ou uma Centelha do Divino.

Existe consciência após a morte? Uma pesquisa de quase morte feita em dez hospitais da Holanda, pelo dr. Sam Parnia e o dr. Peter Fenwick observou mil e quinhentas pessoas em seu leito de morte. Destas, noventa por cento sofreram ataques cardíacos e dez por cento, foram vítimas de acidentes. Foram constatadas mortas, pois o coração, a respiração e os impulsos cerebrais haviam parado. Dez por cento destes pacientes, que puderam ser ressuscitados, tiveram certas experiências no tempo em que estavam mortos. Como exemplo, relataram que podiam ver e ouvir o que estava acontecendo na sala onde estavam. Alguns pacientes reconheceram pessoas que ajudaram na sua ressurreição. Outros se lembram das conversas entre os médicos. Eles enxergavam o que os médicos faziam para trazê-los de volta à vida. Alguns pacientes experimentavam inclusive ver e ouvir coisas em outros lugares do hospital. Um deles, relatou que foi até o recinto ao lado e conversou com uma mulher que também estava clinicamente morta. Um relato impressionante foi que enquanto do lado de dentro os médicos trabalhavam pra ressuscitar um homem, este jura que foi passear, viu um conhecido no parque, o que foi confirmado depois pelo próprio.
Neste mesmo passeio o paciente testemunhou um atropelamento na rua. O atropelado e o paciente chegaram até a conversar. O atropelado sumiu em uma luz, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital. Os pesquisadores checaram a história na delegacia. O atropelamento aconteceu exatamente como ele falou. (http://an.locaweb.com.br/Webindependente/ciencia/posmorte.htm)

A história de Helena Lapenda é um exemplo vivo da sobrevivência do ser humano em face da “morte”. Esse vídeo trata-se do Programa Encontro Marcado, apresentado por Luiz Gasparetto, onde entrevista Helena Lapenda que mostra evidências da vida após a morte. Miguel, filho de Helena, psicografa uma carta aos familiares, após 10 dias do seu desencarne, no Centro Espírita: "Perseverança" através do Médium: Marcus Vinícius Almeida Ferreira (Quito) Maria Helena M. Lapenda, fala também de uma obra psicografada que narra o falecimento e a trajetória, no novo plano de vida, do jovem Miguel Luiz Lapenda, assassinado aos 20 anos de idade, em setembro de 2000, vítima de assalto.